Olha, um post com jogos indie!

22 fevereiro 2010

Conversando com o pessoal nos comentários dos últimos posts, percebi que a aceitação dos jogos indie vem aumentando. De “mimimi eles têm preguiça de fazer jogo bem-feito e querem destruir o mercado” e “aiai, arte arte arte, jogo não é arte, jogo é dar uns tiro”, a opinião pública parece ter passado para o consenso de que jogos independentes são uma indústria paralela à mainstream, uma espécie de linha do tempo alternativa em que os jogos continuam sendo feitos com poucas pessoas e tecnologia de anos atrás, não sendo necessário gastar milhões para desenvolvê-los e portanto abrindo a possibilidade de se explorar mecânicas absurdas (Today I Die), criar pequenas piadas jogáveis (You Have To Burn The Rope), tentar fazer arte com algoritmos e sprites (Passage), ou simplesmente dar vida a um conceito que poderia muito bem ter virado jogo em 1985, o que não aconteceu porque um garoto promissor resolveu desistir de seus sonhos e virar engenheiro civil, e o conceito ficou na Gaveta da Evolução Humana por 25 anos até outro rapaz sem muito a perder resolver ganhar a vida fazendo jogos e acordar com uma ideia brilhante para um jogo (VVVVVV).

Sendo assim, é possível que você comece a ver mais posts sobre a cena indie aqui no No Controle – se alguém se opõe, por favor manifeste-se nos comentários, sua opinião será muito bem-vinda. Por enquanto, comecemos com um post simples e direto: recomendações de alguns joguinhos engraçados para terminar em 15 minutos e lavar a alma depois de 100 horas de Mass Effect 2. Pode ser que você já conheça todos – se esse for o caso, no próximo recomendo alguns indie games mais artísticos, tocantes e o diabo – aceito sugestões.

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Free Games Prince of Persia download Far Cry

3 setembro 2007

É isso aí, povo. Ubisoft soltou a franga e liberou vários games famosos pra download, TOTALMENTE DE GRAÇA!

Tá certo que a publicidade come solta, o Prince por exemplo tá com um M do McDonalds tatuado nas costas e o rapazinho do FarCry usa não mais uma camiseta florida havaina, mas sim uma verde e preta carregando o logo da nVidia.

A lista conta com vários games, destaque pra Prince of Persia – The Sands of Time, FarCry, Rayman Raving Rabbids (ah, vai, é divertidinho) e um Trial de 10 dias de WoW, entre outros jogos que desconheço. 🙂

Clica aqui e faz a festa, garoto!

Só pra te deixar com vontade, linkzinho pra resenha de SoT do Lipe: Só clicar!

Abração, pessoal. 🙂


Segunda chance

22 agosto 2007

Guei Gui, Jesus nos ama. Explico.

Dia desses o Fabio Bracht e o Lucas Patrício resenharam BioShock, cada um a seu modo mas ambos magistralmente. Tanto que, ao acabar de ler ambas as resenhas, ver as fotos e limpar a baba, tudo que eu queria era ter um Xbox 360. E Bioshock. E um Moça Fiesta.

Logo o Gui apareceu no MSN me pedindo de presente de aniversário um consolo console desses com BioShock. Mas nada. Minha última chance de ter um 360 dentro dos próximos 5 anos se esvaiu com aquela promoção do Engadget onde eles sorteavam um.

Eu não gosto muito de fazer post só com link pra alguma coisa interessante, mas essa é uma ocasião especial. Tô na universidade, entre uma apresentação mal sucedida de um trabalho e o que eu espero que seja uma apresesentação bem sucedida do mesmo trabalho, sexta-feira tem exame com um professor maníaco e depois vou ter míseras duas semanas de férias. Nessas semanas pretendo postar decentemente no NC, provavelmente sai até resenha de The Two Thrones. Mas, enquanto isso, fico aqui enchendo lingüiça e avisando vocês que o Engadget tá sorteando mais um Xbox 360, e dessa vez com Bioshock!

Diliça, hein. Dessa vez é só comentar dizendo qual é seu jogo preferido atualmente, não preciso nem postar frases aleatórias em inglês pra ajudar o pessoal.

Já tem alguns milhares de pessoas participando, mas não custa tentar. Domingo passado ganhei um robozinho divertido num sorteio do FHBD, vou dar mais uma chance à sorte \o/


Simplezinho pra caralho 2: da teoria à prática

28 maio 2007

Sexta-feira. O dia em que você volta pra casa às 23:30, detonado, morrendo de dor nas costas, depois de uma semana jantando xis perto da universidade por causa de um trabalho extenso. Você não, eu. O dia em que eu chego em casa doido pra deitar e dormir até a manhã de segunda, antes de lembrar que o trabalho ainda não tá pronto e que o fim-de-semana vai ser gasto nisso.

Aí eu ligo o computador, abro o MSN, falo com um ou dois e penso: “pô, bem que eu podia jogar alguma coisinha”. Não Final Fantasy VI, com suas músicas maravilhosas que já tão no meu PC graças ao último post do Gui. Não Metal Gear Solid: Twin Snakes.

Tudo que eu quero é um jogo simples. Simplezinho pra caralho.

E então eu lembro que esse nicho do mercado não morreu, e que nem só de gráficos esplêndidos e histórias fantásticas são feitos os jogos. Eu me animo duplamente: primeiro porque sei que vou ter algo pra desestressar e segundo porque lembro que desenvolver jogos é meu projeto de vida profissional, e que isso não implica necessariamente em ser um empregado entre mil de uma empresa gigante, o cara que programa os arbustos da terceira fase.

Aí eu abro a pasta de jogos e percebo que há alguns games desse tipo, só esperando eu chegar cansado da universidade.

flOw

Esse é sem dúvidas o mais conhecido. Ficou famoso após ser anunciada uma conversão pra PS3. Tudo bem que a versão “next-gen” é ainda mais linda e formosa, mas eu vou é falar do flash, porque não tenho PS3.

O que mais me anima nesses joguinhos simples é sua originalidade. Novas idéias são sempre bem-vindas, e parecem ser o futuro das pequenas produtoras. Não estamos mais em 1985, quando três ou quatro amigos se reuniam e faziam algo grandioso como Dragon Quest. Grandioso agora é sinônimo de caro, então resta aos novatos inovar em jogos pequenosos.

E inovar não é fazer uma versão de Tetris com lol-kittehs no lugar das barras. É criar algo novo como flOw, onde você guia um ser primitivo mergulhado no Piscinão Primordial de Ramos em busca de alimento. Em “alimento” leia “outros seres primitivos (…) em busca de alimento”. O objetivo é evoluir sua ameba ou seja lá o que for aquilo, a cada pouco aprofundando-se no mar para conseguir nutrientes mais complexos de organismos mais complexos. É bom lembrar que esse também é o objetivo deles, então não há barra de vida: ou você os come ou eles o comem. Sem frescura.

Mas o que impressiona é a fluidez da jogabilidade e o tom artístico do game. As músicas são sons de poucos segundos cada juntados aleatoriamente de acordo com o ambiente. O que fica lindo e viciante, combinado com os cenários que passam muito bem a impressão de se ser uma criatura aquática, não que eu saiba como é ser uma. Quando você perceber vai ter esquecido de assistir a novela pra ficar brincando com o protozoário. No PS3 fica mais bonito ainda, pelo que vi nos trailers, mas você não tem um PS3.

Então baixe aqui. É só escolher um mirror ou então jogar na própria página. É fácil de pegar o jeito: bolinha vermelha faz você descer no mar, bolinha azul faz subir, clique esquerdo do mouse acelera o bicho. Vale a pena, só não faço um review mais detalhado porque todo mundo já o fez 😀

Plasma Pong

Ok, eu acabei de falar que releitura de Tetris com gatinhos no lugar de barras são horríveis e já existem aos montes. Mas releitura de Pong com um campo de plasma só existe uma, creio eu. E é Plasma Pong.

Não faço a mínima idéia de como achei esse game, mas sempre serve pra divertir num momento de ócio curto no PC. Enquanto espera a irmã sair do banho pra usar o banheiro ou qualquer coisa assim. Basicamente é um Pong com um ambiente psicodélico controlado por você e por seu adversário. Clique esquerdo “sopra” o plasma, segurar o direito atrai a bolinha para você, soltar o direito causa uma explosão do plasma ao redor, possivelmente jogando a bola pra longe. A não ser que o fluxo contrário esteja muito forte na hora da explosão.

E isso que é legal. Lidar com o fluxo. Fazer o computador de bobo rebatendo a bola e jorrando o líquido em cima dela. O conceito de manipulação do plasma aliado à psicodelia do mesmo e à música frenética rendeu ao jogo o título de um dos “Melhores Games Indie de 2007”. Diversão garantida, e se bobear tem multiplayer. Baixe aqui e seja feliz.

Peggle Deluxe

Bueno passou pra Fabio que passou pra Felipe, que viciou a ponto de chegar três dias seguidos atrasado na aula de Arquitetura de Computadores.

De vez em quando uma dessas produtoras de jogos por US$9,90 cujos nomes acabam em Deluxe lança algo bom, e Peggle é um exemplo. Simples de aprender e viciante depois disso. Como aprender resume-se em “dá um clique aí… beleza, aprendeu”, o jogo inteiro é cativante. O objetivo é acabar com todas as pegs laranjas de cada fase, dentre as muitas azuis, utilizando um canhão que atira uma bolinha.

Conceito o mais simples possível. Simples e muito bem executado. Primeiro porque é meio uma mistura de Bust-a-Move com Arkanoid: você tem um canhão lá no alto e tem que mirar nas coisinhas, mas há um balde se mexendo na parte de baixo da tela. Se você tem a sorte ou a manha de derrubar a bola lá depois de uma jogada bem executada, free ball! Para ajudar na parte entre o tiro e o balde, há 10 “Peggle Masters” para ajudar você em sua aventura no “Peggle Institute”. Após completar o modo aventura, onde você joga algumas fases com cada um desses personagens, pode escolhê-los em fases rápidas, desafios ou duelos multiplayer no mesmo PC.

A parte legal dos Masters é que cada um tem um poder diferente, ativado batendo num peg verde. O unicórnio prevê o caminho pelo qual sua bola vai seguir caso você atire, o castor dá multiballs e a flor detona 1/5 dos blocos laranja restantes, para citar alguns. E tudo muito colorido num estilo hippie de ser, com uma leve temática musical: as opções do menu inicial são as sete notas, a Nona Sinfonia surge quando você detona o último bloco laranja (impossível não rir da primeira vez) e a Spooky Ball da abóbora toca Tocata e Fuga quando é ativada. Tudo muito bem executado e posicionado.

Caso você não tenha US$19,95 pra comprar Peggle no site oficial, eis aqui o jogo, gentilmente upado pelo Fabio. Só instalar, crackear e se divertir.

Qualquer dúvida, os comentários tão aí pra isso 😉


Recomendações do Guigo.

23 maio 2007

Ah…a linda internets. Milhões de horas gastas na procura de ROMs e IPSs de RPGs de SNES nunca jogados na infância, vírus pegos através do IRC, chats com marmanjos barbados cujo nick era “Gatinha_16” no Chat Uol, procuras rotineiras sobre Dragon Ball no “Cadê?”, e claro, muuuita busca por material ilegal, sujo, proibido pra menores de 18 e, de acordo com psicólogos infantis, primo da prostituição: A putaria.

Agora que eu já dei margem o suficiente para escrever um post nada a ver com games e tudo a ver com putaria, deixe-me parar de divagar e trazer à tona o verdadeiro propósito desse post: Recomendaçõezinhas!

E se tem algo que eu uso no final de toda frase é isso: dois pontos.

Enfim, desde a época da putaria desenfreada, a interwebs avançou, tomou forma, invadiu casas e casas, criou-se o Orkut, a safadeza virou paga (:() e muitos começaram a levar a Internet mais a sério. Isso fez com que, dia após dia, sites com conteúdo impecável fossem surgindo. Selecionei alguns desses sites, achados por mim ou recomendados por amigos, os quais tornaram-se parte dos meus Favoritos, ou Marcadores, pra true-usuários do Opera. Ei-los:

Kingom Headers

Quem nunca se flagrou cantarolando uma musiquinha do Mario, ou de seu jogo preferido? Eu já. E nesse site você poderá tirar toda a parte “game” de um jogo e ficar só com uma das mais importantes, a trilha sonora. O site disponibiliza um acervo invejável de músicas de todos os seus games, encontrei lá raridades como a trilha de The 7th Saga, e até coisas obrigatórias, como a de Chrono Trigger. Recomendadíssimo, só butucar a imagem!
Vi no Sedentário & Hiperativo.

Serebii.net

Outro puta site. Esses dias tava eu à noite conversando com um colega, que é conhecido de quem lê os comentários, e o tema era o novo Pokémon pra Nintendo DS. No meio da conversa, ele me recomendou o site. Nas palavras do próprio, o site é hoje a maior fonte de informação sobre Pokémon, seja jogos ou o desenho. Anime pra você otaku mal-amado que virá chiar caso esteja ocioso. Tem de tudo MESMO! Quem quiser conferir, só clicar ali na imagem (que ficou horrível pra caralho) e ser feliz!

Achei, indiretamente, no blog 16-bit.

Wii-brasil

Afirmo que, se todos os sites dedicados à informação sobre jogos fossem metade do que é o Wii-Brasil, o mundo seria melhor. Atualizado diariamente, com muitas informações em primeira-mão, o site é, seguramente, o maior portal atual da Nintendo no Brasil, tendo seu endereço divulgado no próprio site da Big-N! Serviço de qualidade é o que não falta, além das já citadas atualizações, o portal disponibiliza de um sistema de comunidades ótimo para achar adversários para jogar online ou simplesmente para discutir, apresenta também colunas impecáveis, textos, especiais, análises e um fórum bastante movimentado. Se você ainda não decidiu sua página inicial, tem ou Wii ou gosta da Nintendo, não tenha dúvidas: Meta o No Controle para aparecer assim que você ligar o navegador! Mas deixe um espacinho de destaque pro Wii-Brasil nos seus favoritos! 🙂

Esse achei sozinho, velho conhecido.

E pra finalizar, nosso blogroll!

Não é à toa que a maioria dos sites estão ali do lado. Ali, eu e o Lipe fazemos questão de colocar blogs excelentes, além de sites interessantes ou simplesmente sites de colegas. Muito daquilo serve pra nossa inspiração, e esperamos que, nesse caso, ocorra uma reciprocidade! Logo iremos atualizá-lo, colocar links que estão faltando e tirar alguns que, infelizmente, estão inativos. Selo “No Controle” de qualidade! Ou não.

E alguém me lembre de fazer uma porra de um bannerzinho melhor pra próximos posts assim. Abraço!