The Stadler Strikes Back – Com um post de rapidinhas

26 janeiro 2008

Olá, negada. Sentiram falta do tio Gui? Não respondam.

Então, eu tava meio, hã… afk? Asflkaskfhsu ó, marquei mesmo, fiquei longe do blog, deixei-o às moscas (uma varejeira cheia de cachinhos e com nove graus de miopia), mas eu tava sem inspiração. Fiz uma ou outra resenha por aí, mas nada importante e que mereça atenção aqui.

”Então por que o hotlink ali na frase?”
Vai se foder. Aslkfsafsafhufas

Comecemos então o trabalho, né! Tanta coisa aconteceu nesse MUNDINHO GAMER da vida, e eu aqui vagabundeando. Veja se pode.

Primeira coisa: Lipedal foi “Brachbiduzido”?

Poisé, vejam só. Foi só ficar um tempo sem aparar as asinhas do Pedal que ele já arrasta elas pra outro blog aí. Mas pelo menos foi pra um blog bom, né. Me pergunto o que eu faria se ele tivesse ido pra uma bostinha tipo Kotaku. AFslksfahsfuhuf menos menos, eu sei, o Continue é excelente, mas o Kotaku é FODA. Fiquei sabendo que, na terra de Fabio Bracht, o trabalho é puxado.

“Menos notícias da Nintendo, seu míope!”
”Aiai, outro post de humor? Cadê conteúdo? =/”
”Sem cafeína. Rápido.”

Mas quem escolheu foi ele, então que se divirta sflksfakasfhu tá, tá. Eu assumo. Ciuminho.

Mas é assim que tem que ser. Blog não falta nessa BLOGOSFERA, mas blog de qualidade já é outra história, e é excelente ver três caras com excepcional dom pra escrever juntos numa empreitada que tá dando certo.

Mas as resenhas continuam aqui. Aslksafhasfhu =D


Segunda coisa: Fallout 3

Cês viram? =O

Fallout! Eu nunca joguei essa birosca, nem o um e tampouco o dois, e só não jogo por que tenho outras prioridades (e por que o BrTurbo acho que tá com Traffic Shapping, não passa de 17kbps os torrents aqui =( ou é só comigo?), mas eu sei que o jogo é FODA. Não é qualquer jogo que atinge 90% no GameRankings. Adicionem, então, à essa fodelância toda, o esquema de Oblivion. Isso, um RPG em primeira-pessoa. Ou um FPS com elementos de RPG? Tanto faz, na verdade. O que importa é que Oblivion é excelente, e tão dizendo que Fallout vai ser “um Oblivion com armas de fogo”.Tem gente dizendo que vai ser uma merda, que vai foder o estilo de jogo, que deveriam continuar como sempre foi. Mas eu não entendo como existem pessoas que OUSAM dizer que uma renovação com armas de fogo + cenário pós-apocalíptico + estilo Oblivion de ser vai ser ruim. Não tem como.

O único probleminha é que o game vai ser pra PC e Xbox 360 e PlayStation 3.
O jogo mais atual que meu PC roda é Need for Speed Underground, o mais próximo que eu cheguei de um PS3 foi na vitrine e meus amigos que tem Xbox 360 moram a 11 quilômetros daqui de casa e não vão comprar Fallout, pois eles estão ocupados jogando Winning Eleven.

No PC, por que o deles roda bastante coisa. Aaslkfaslhsuaf pobre Gui.

Mas eu vou jogar essa birosca, nem que tenha que gastar todo o troco da padoca em locadora pra jogar. Vou sim. VOU.

E só pra vocês verem COMO vai ser bom, ó uma fotinha:

Fallout 3

Só o que falta é uma paleta de cores mais profunda, né.


Terceira coisa: Star Wars – The Force Unleashed

Opa, birosquinha mais recente. Saíram três imagens do novo e polêmico Star Wars de Wii, PC, DS, PS3, Xbox360, PC, N-Gage (sério), Neo-Geo, WonderSwam, Mobile e DreamCast.
Êi-las, imagens que disseram ser da versão de Wii:

Olha, eu vou ser sincero: Tá bonitinho, mas poderia sem bem melhor. Um jogo de Star Wars MERECE algo melhor. Mas eu tenho certeza que, pelo menos no Wii, uma das últimas coisas às quais iremos direcionar nossa preciosa atenção são os gráficos.

Por quê? Por que:

* Balance o Wiimote para atacar com o sabre de luz (a direção importa, mas não é movimento 1:1);
* Controles baseados nos movimentos para ataques com a Força;
* Empurre o Nunchuk para frente enquanto segura o gatilho para executar o “Force Push”.

Agora tell me: COMO DIABOS ISSO PODE SER RUIM? Tá certo que os movimentos com a lightsaber não vão ser perfeitamente executados. Mas é uma lightsaber. Zuóón. E no Zelda Twilight Princess era assim e ninguém reclamou.

E também tem a força. Como nosso amigo cad comentou no FHBDon, a força parece que vai ser usada e abusada nesse jogo. E usando os movimentos do Nunchuck. Vai ser do caralho, simples assim. Outro jogo que eu quero MUITO jogar. Muito mesmo.

O problema é que, pelo que eu tou vendo, eles tão dando mais atenção pras versões de PS3 e 360. Foda isso, o Wii tá ficando em segundo plano, na minha concepção. E isso discutiremos num próximo post, hein.

Bom, data de lançamento parece que vai ser esse ano mesmo. No segundo semestre. Aguardando ansionamente. Zuómmmmm.


Quarta coisa: Comprei R4 haha bitches monopólio DS aqui, hein.

Issaí, finalmente comprei o R4 e fiz meu DS evoluir de despertador pra console =DNão tenho muito a acrescentar, à não ser o grande pesar que eu sinto por não poder comprar as birosquinhas originais e ajudar as empresas e tal. Pesar tão grande que já foi redimido com meia horinha de Picross aslkafsklsfahusas!Do caralho mesmo, esse R4. Recomendo a todos que, como eu, acham absurdos os preços do Brasil e tal. Impossível fazer as coisas legalmente quando um jogo custa meio salário mínimo.E sim, povoaremos esse blog com resenhas de DS. Mas nããão, não só resenhas de jogos famosos como o excelente Mario e Sonic que saiu ontem (Eu achei excelente, pô. =|), mas também resenhas de outros jogos. Eu, pelo menos, vou resenhar undergroundices boas e que ninguém jogou, como TAIKO NO TATSUJIN. Isso aí. O Pedal tá faz tempo programando uma resenha de Draglade aí. Enfim, quando der vontade de falar de DS, eu vou falar! Belesminha?

É bom estar de volta, hein. =D

Abração pra todo mundo. =*

E ah, só pra constar, viajo segunda e só volto lá pelo dia 6, então ficarei um tempo sem posts aí de novo…mas eu volto =)

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Super Mario World 2: Super Princess Peach

19 janeiro 2008

Ou quase isso. Na verdade Super Princess Peach só não é seqüência de Super Mario World no nome, pois é mais parecido com o clássico dos 16 bits do que sua seqüência propriamente dita, Yoshi’s Island.

É provável que Yoshi’s Island tenha recebido o pomposo título de Super Mario World 2: Yoshi’s Island puramente por uma questão de marketing. Uma coisa é vender um novo jogo com o nome de um personagem e algum substantivo, outra bem diferente é colocar nas lojas algo que tenha Mario, o nome de um personagem e algum substantivo no título. Por mais que a aventura do Mario bebê fosse diferente de Super Mario World em quase tudo, algo chamado puramente Yoshi’s Island teria tanto impacto comercial quando Wario’s Woods ou Yoshi’s Cookie, e foi por isso que Super Princess Peach não recebeu o nome que devia, esse aí que ostenta o título da resenha.

Super Princess Peach
Plataforma: DS
Data de lançamento: 27/02/2006
Produtora: Nintendo
Desenvolvedora: TOSE (cof)

Parágrafo introdutório para homens – À primeira vista, Super Princess Peach pode chocar o jogador machão que você é: a protagonista é uma fêmea não gostosa, e veste um vestido rosa. Se você se deixar levar por isso logo no começo do jogo e jogar a primeira fase com o preconceito em mente, você vai achar o jogo colorido demais, vai desligar o console e colocar o cartucho de Jackass DS. Se, por outro lado, jogar como o homem que é e não ficar com medo de virar veado por causa de uma protagonista rosa, vai achar a aventura da Princesa Peach bem parecida com Super Mario World, gráfica e estruturalmente.

Parágrafo introdutório para mulheres, caso alguma leia o NC – que jogo fofo, nossa.

A história não é lá um primor literário, mas segue o padrão dos jogos principais da série. Dessa vez, Bowser arranjou o Vibe Scepter, um cajado mágico que transforma a vibe das pessoas. Ele pode deixar alguém com raiva, triste, dançantemente alegre – entre outros -, ou transformar tudo em um caos. O rei dos Koopas escolhe a última opção, e manda uma tropa invadir o Mushroom Kingdom, deixando todo mundo doido. O exército do dinossaurão sai vitorioso, levando Mario e Luigi a tiracolo, e dessa vez cabe à princesa resgatar os encanadores, ou seja lá no que for que eles trabalham agora pra ganhar o pão entre um jogo e outro. Para isso, ela vai ter que revirar a Vibe Island, com a ajuda de seu guarda-chuva Perry, até encontrar a dupla e confrontar o chefão. Nada muito fora do normal.

A primeira semelhança com Super Mario World está nos gráficos. Enquanto Yoshi’s Island DS mantém a arte rebuscada do antecessor e New Super Mario Bros mantém o estilo antigo com gráficos 3D, Super Princess Peach usa muitos dos sprites do clássico de SNES, como os Bullet Bills e aquele dinossauros roxos que eu esqueci o nome. Alguns dos ambientes também são familiares para os fãs, como a floresta ou a casa fantasma. Claro que há novos cenários, assim como novas animações para inimigos antigos, como o Paratroopa. A equipe de arte acertou em manter o padrão de Super Mario World, mas incluindo alguns acertos de Yoshi’s Island.

A principal novidade é o sistema de vibes. Como tudo gira em torno das emoções como tristeza ou alegria, cada inimigo tem algumas variações. Um Goomba feliz dá pulinhos enquanto caminha, enquanto um raivoso dá arrancadas de surpresa e um triste corre bastante, chorando como um condenado. Vale lembrar que cada uma das variações tem sprites próprios, todos bem detalhados.

Mas as vibes não servem só para os monstrengos de Vibe Island. Perry, o guarda-chuva mágico da Peach, tem uma história obscura por trás e é capaz de alterar o humor da princesa. São quatro “poderes” que podem ser acessados pela tela de toque, e têm utilidade tanto para eliminar inimigos quanto para resolver puzzles. Usando Rage, Peach pega fogo e fica invencível, podendo queimar inimigos e outros problemas no caminho; com Joy ela pode voar de alegria, para alcançar lugares mais altos ou sugar certos obstáculos; a vibe Gloom faz com que a princesa tenha um ataque de choro e saia correndo muito mais rápido que o normal, enquanto derrama rios de lágrimas; e, por fim, o apelão Calm envolve a menina em uma bolha de paseamor, recuperando sua vida aos poucos.

É, vida. Uma das grandes diferenças em relação aos títulos clássicos da série é que há uma barra de vida, em forma de corações, como em Zelda. Há também o medidor de vibe, que limita o uso dos poderes. E aqui entra o elemento RPG: no mapa geral das fases, é possível acessar uma loja para comprar upgrades, como mais vida, ataques diferentes com o Perry ou as músicas das fases. A princípio parece uma adição estranha, até que você percebe que finalmente inventaram uma função realmente útil para as moedas coletadas com tanto esforço desde Super Mario Bros.

Falando nas músicas, aqui não há grandes destaques ou músicas memoráveis, fora dois ótimos temas nas últimas fases de Super Princess Peach, já no castelo do Bowser. Uma curiosidade interessante: a melodia é uma só para o jogo inteiro, mas arranjada de forma a criar músicas muito diferentes entre si, cada uma encaixada de acordo com o cenário. Um ritmo mais caliente para o vulcão, algo mais sombrio para a Shriek Mansion, por aí vai.

Quanto aos cenários, há oito mundos com seis fases cada, além de uma boss battle. Cada batalha dessas é precedida por um minigame que faz uso da touch screen, o que dá uma variada na jogabilidade. As ambientações variam da Planície Padrão SMW até a Cidade nas Nuvens, passando por desertos, vulcões e casas mal-assombradas, nada muito além do que estamos acostumados a ver. Em cada fase, há três Toads que devem ser resgatados para que você possa enfrentar o chefe final, além de bônus esporádicos como minigames ou músicas. Alguns desses extras podem ser complicados de se achar de primeira, mas os desafios não chegam a ser realmente difíceis.

Aliás, esse é o grande problema de Super Princess Peach. É um jogo fácil. Para jogadores como eu, que pegam um jogo pra se divertir sem ter que repetir tarefas muitas vezes, não há problema algum. Os cenários são variados, os puzzles são simples, os inimigos são bem feitos, procurar os extras pode render um replay considerável e a duração do jogo é bem aceitável, mas tudo bastante fácil, ainda mais com upgrades de vida e a habilidade Calm. Já para os que têm um espasmo de alegria a cada vez que morrem por causa de um abismo bem colocado em New Super Mario Bros, Super Princess Peach pode irritar.

A avaliação final é: Jogão. Não chega a ser um “must play”, por não acrescentar nada à série e não trazer grandes inovações aos jogos de plataforma, mas é uma ótima seqüência espiritual de Super Mario World. Super Princess Peach é um jogo que poderia tranqüilamente ter sido lançado em 1995, mas afinal quem ainda se diverte com jogos de plataforma 2D são os nostálgicos, e não o pessoal ávido por inovações. No fim das contas, a aventura da princesa peca pelo baixo nível de dificuldade, mas é só para que você possa berrar “o jogo é da Carol!” quando alguém vier perguntar o que aquilo faz no seu DS. Enfim, deixe a macheza de lado por uns instantes e dê uma chance a esse jogo fronha.

Afinal, todos nós sabemos que você sempre escolhia a princesa em Super Mario Bros 2, não adianta mais esconder.