Cenários boiolas e pequenos marginais

Bom, já fazia um tempo que não aparecia um Primeiro Contato por aqui, aquela seção safada que fala mal e porcamente sobre algum jogo e te deixa pensando em como você seria mais feliz se eu e o Gui fôssemos um pouco menos preguiçosos.

Então dessa vez apresento dois jogos que vêm tirando nosso sono. O primeiro deles foi o motivo pelo qual ficamos alguns dias sem atualizações relevantes, a ponto das visitas diárias caírem da casa dos cinco dígitos para quatro. O outro é o que vai fazer um amigo pegar nojo da minha cara, porque eu simplesmente não quero soltar o PS2 do infeliz.

Trickster Online (PC)

A convite do maligno, cruel e sugador de almas Fabio Bracht, eu, recém curado do rápido vício por Tibia, resolvi dar mais uma chance aos MMORPGs. Já tinha lido sobre Trickster numa EGM ou outro lugar, e a curiosidade foi mais forte que a vontade de nunca mais jogar esses jogos do demônio.

Me cadastrei, deixei o jogo baixando e fui pra sala terminar Prince of Persia: The Two Thrones.

– What’s your favorite color?
– Blue! But what’s the popopopopopopopopopopo(…)

Eis que ganhei um bom motivo pra viciar em Trickster. É bem mais honroso dizer que meu review da trilogia PoP não saiu porque eu comprei um DVD pirata meio baleado e me ferrei do que dizer que ainda não escrevi a resenha porque tô tarado num MMORPG fresco.

Beleza então. Tratei de encomendar outra cópia vagabunda de T2T e fui para o computador.

A primeira impressão que se tem, antes do download e da demorada atualização terminarem, é de estar perante um jogo extremamente gay. A segunda impressão, ao ver o menu inicial e começar a digitar o login e a senha no ritmo da musiquinha viciante, é de estar perante um jogo extremamente gay. A terceira impressão, depois de criar um personagem e começar a movimentá-lo pelo mapa, é de estar perante um clone de Ragnarök extremamente gay e bonito.

Sério, muito bonito. Enquanto em Rag temos um belo cenário tridimensional, os mapas de Trickster são todos cuidadosamente desenhados, sem frescura de mudar ângulo de visão e essas coisas, mas ainda assim lindo. A ambientação do game contribui pra isso: uma ilha paradisíaca com praias, ambientes subaquáticos, praias, cavernas rochosas e praias, entre outros, todos regados a muitos bichinhos fofinhos que você cruelmente deve espancar se quiser ser alguém na vida.

Isso leva a dois pontos interessantes de Trickster. O primeiro deles é a história do jogo: nada de guerreiros de Exú combatendo demônios enviados do inferno para acabar com a paz no mundo. No lugar disso, há uma empresa de brinquedos cujo dono milionário acabou de morrer, e ao invés de deixar herança liberou geral pra ir para Caballa Island buscar os tesouros daquelas terras. Junto com isso há uma história de que a ilha tá sendo teste pra uma experiência com realidade virtual da empresa. Algo assim, li meio por cima. Talvez seja por isso que todos os personagens são meio humanos, meio animais.

O segundo ponto eu esqueci, é isso que dá ser prolixo. Juro que se lembrar atualizo.

O terceiro ponto, decorrente do primeiro mas que ainda não é o que eu tinha em mente quando falei que eram dois, é a escavação. Como vocês todos são safados em busca de tesouros em uma ilha no meio do pacífico, nada mais natural do que PROCURAR os tesouros ao invés de ficar enfiando o porretaço em coelhos. Então há o “drilling“, que resumidamente é um sistema de perfurar o solo com uma espécie de britadeira em busca de dinheiro, equipamentos e itens para as quests.

Quanto à interface do jogo, é tudo bem parecido com Ragnarök. Bem melhor, diga-se de passagem, com menus bem organizados e ao mesmo tempo sem lotar a tela de informação inútil. Outra semelhança: cada drillada dá itens completamente idiotas, como “Turban Shell”, “Ship Steering Wheel” e “Chevesennuef”, objetos esses que só serão úteis em uma quest remota lá no quinto dos infernos, que vai exigir algo mais do que você tem no inventário e no fim vai dar uma experiência ínfima. Igual Ragnarök. Acho que acostumei com Tibia, onde todo e qualquer item idiota encontrado era usável, e quase sempre útil. Aí você ia na loja de armas e vendia um machado que achou, ao invés de chegar na menina que vende poções e fazer uma grana preta com seus “Mermaid’s Hairpin”.

Falando nisso, as quests do jogo costumam ser variadas. Não é “vai lá na praia e cata sabão, xampu e bronzeador pra mim, bjsabsmeliga”. Tem umas missões de detonar X bichos em Y minutos, outras de detonar um monstro especial em Y minutos, e as clássicas de ir buscar itens que não fazem sentido algum e trazer pra alguém que supostamente vai fazer bom uso deles. Mas até essas conseguem ser divertidas, porque não raro você vai se encontrar escavando o chão em busca de colheres sujas quando poderia estar ganhando o dobro de experiência acabando com os macacos bobos e com as anêmonas más.

Ou então 2,5 vezes mais experiência, como permite o sistema de party. Sua equipe pode ter até seis pessoas. Se todos forem personagens do mesmo sexo (Gay Party) ou se houver pelo menos um de cada classe disponível (Royal Orgy), todos ganham 2,5 vezes mais XP do que se estivessem brigando sozinhos.

Ponto para Trickster. Foi o primeiro MMORPG que eu joguei que acertou no sistema de grupos. Ao menos eu suponho que no Rag não era assim, porque nunca ninguém me aceitou em party lá. Aqui há uma busca frenética por gente pra montar equipes variadas, que abusem das quatro características principais (Power, Magic, Sense e Charm).

Se eu for citar as frescuras deliciosas como pets, cards, card battles e essas coisas, vou me estender demais. Mas tenham certeza: é bom. E de graça, o que vai garantir muitos “e awez blz tb so br n fis o tutorau cmo q usa skil??”

Então baixa agora e adiciona Lipedal nos amigos, caso tenha jogado o tutorial. Se a preguiça bateu e você acha que é mais fácil descobrir na mão como jogar, adiciona meu outro char aí: Hicho.

Site oficial, com link pra download, cadastro e tudo: http://www.tricksteronline.com/

Bully (PS2)

Sério, tô com sono. Então tentarei ser rápido com Bully.

Meu grande amigo e colega Bajerski é agora um feliz possuidor de um PS2, e um triste possuidor de uma criança crescida de nome Felipe, ambos convenientemente instalados na sala da casa dele. Meu sonho de anos – conhecer God of War, Shadow of the Colossus, Bully, Guitar Hero, Okami e essas coisas – finalmente vai se concretizar agora que tenho acesso semi-direto ao console dito “vencedor” da geração passada.

E começamos por Bully, o polêmico jogo da Rockstar (redundância?) sobre um garoto que não é flor que se cheire, aprontando altas confusões numa escola do barulho! Ou algo assim.

Eu esperava encontrar um GTA com um pivete no lugar de CJ ou Tommy Vercetti, mas Bully é muito mais que isso. Dá pra chamar de “GTA encontra Harry Potter com bodoque no lugar do estupefaça”. Jimmy Hopkins, o protagonista, vai à aula, canta garotas e tenta ganhar um dinheiro extra cortando a grama e entregando jornais em Hogsmeade na cidade.

Ao contrário do que parece ser, esse não é um jogo descerebrado onde você é um mal-encarado que tem que quebrar os colegas menores. Ele é mais uma crítica aos sistemas de ensino autoritários, mostrando que bullying gera bullying e por aí vai. Jimmy é só um menino levemente problemático com pais alienados que o colocam em um colégio altamente problemático, onde guerras de facções ocorrem no nariz do diretor, que resmunga impassível “that’s nonsense, boy” quando o garoto reclama.

O que eu não entendo é por que tanta polêmica em cima de um game onde você tranca os coleguinhas no armário. Tanto jogo onde o objetivo principal é fuzilar uma nação inteira, por pensar diferente e ter menos equipamento bélico, e o filho da puta do Jack Thompson vem querer boicotar justamente Bully!

Ahhhhssudê.

Mas então, gameplay. Claro que temos missões estilo GTA, de fazer favores, bater em alguém, entrar escondido em algum lugar e pegar algo, por aí vai. Também há as tradicionais missões por grana, ativadas quando alguém chega correndo em você pedindo ajuda em alguma coisa (como a engraçada “atire ovos no dormitório das meninas”, que ao ser completada ativa “atire ovos no dormitório dos meninos”). Outra coisa: até onde joguei, Jimmy ainda não possuía nenhuma propriedade ou estabelecimento comercial, e creio que nem vai ter. Pô, é um guri de 15 anos ou perto disso! Então, para ganhar um dinheirinho, nada melhor que fazer trabalhos como cortar a grama do vizinho, entregais jornais para o bairro na mira dos cachorros, participar de corridas de bicicleta, por aí vai.

Mesmo assim, creio que a grande novidade em termos de missões é a aula. Cada matéria é um divertido minigame, a ser jogado em seis níveis diferentes, representando as seis avaliações do colégio. A cada “prova” completada, um bônus é aberto.

E esse é o elemento Harry Potter da história: ao contrário de CJ, Jimmy tem uma rotina. Você acorda, vai às aulas (ou não), tem a tarde pra fazer missões, sair beijando as meninas ou tirar fotos das pessoas e então à noite você dorme. É, a cama não é só um lugar pra salvar o jogo. Se o menino não dorme, ele cai de cansaço e só acorda no outro dia.

Quanto a coisas a fazer, o jogo tem muitas opções. Completar o Yearbook com foto de todos os alunos (cada aluno é um personagem único em Bullworth, e não um boneco genérico gerado aleatoriamente), beijar todas as meninas, beijar uma delas perto da outra pra ver as duas brigando, coletar todas as G&G Cards, coletar todas as fitinhas azuis, passar em todas as provas, destruir todos os gnomos, conseguir todas as roupas… nossa, muita coisa.

Enfim, me pareceu um ótimo jogo, indispensável pra quem tem um PS2 e gosta desses games de mundo livre e vivo. Bem vivo, por sinal, como você vai ver quando os bullys e os nerds começarem a fazer guerra entre si e um gordinho de óculos espancar um loiro fortão sob o olhar admirado da platéia.

Mas se você não tem um PS2, corre pro Trickster e depois comenta aqui o que achou.

16 respostas para Cenários boiolas e pequenos marginais

  1. Esse Trickster tem que ser louco mesmo… Dei uma olhada numas fotos aqui e eu achei ele um plagio de rag melhorado. E o que ele num tem de ragnarok ele tem de “Maplestory” (um MMORPG também). Mais realmente o jogo é bem desenhado e bonito. Tem uma foto que eu vi dum lugar subaquatico (que alias lembra muito à Byalan Island) que parece uma pintura a oléo.
    Quanto ao Bully é realmente uma merda esse negocio do jack thompson. Gears of War tem horas que o cara vira um chafariz de sangue, GTA idem e eles querem pertuba no Bully. Lembro até hoje um dia que levei meu PS2 pra casa do meu tio e meu primo de
    11 anos boto o GTA pra jogar e eu falei pra ele pega leve. Passo 10 minutos, meu tio veio ver ele jogando e ele cata uma serra elétrica e serra fora a cabeça duma velha. Pronto. Me fudi. ahusahusuahshuashuashuahus

  2. Duriel/Quoteriel disse:

    Deu mó vontade de jogar Trickster :wts:
    Tenho que falar contigo no msn, pra me explicar isso aí melhor. Vai que eu me junto aí na djogatina de trickster com vocês😀

  3. Marvbr disse:

    só agora eu dei um jeitinho no meu ps2 (tava fudido) e so agora tou jogando bully , concordo com sua alise , o jogo é mo divertido e tal…
    alias , façãm mais reviews/resenhas de jogos de ps2 , elas são muito legais de ler! =D

  4. M. Bajerski disse:

    Bom apartir de hoje eu sou o grande ganhador do pet Lipedal! Vo mandar ele fazer os meus trabalhos da facudade em troca de horas no ps2. Vo fazer um pequeno comentário de cada jogo ae, pois até poucos dias atras joguei os dois.
    ->Trickster Online:
    Trickster é um mmorpg diferente de todos os outros que eu já joguei (e olha que não são poucos =P, pergunta pro felipe aí), o sistema de party é algo que eu achei sensacional, dependendo de quantos membros e do sexo/classe dos membros tu ganha mais esperiência dos monstros, aliás se tiver algum membro na party com você ja ganha mais experiência do que o normal então jogar sem party lá é o pior que pode se fazer. O sistema de drilling é legal também, mas como meu char não era feito pra “drillar” itens então eu não explorei bem essa parte do game, eu gosto mesmo é de matar os coelhinhos. As quests são bem feitas também e o bom é que a maioria são feitas em pouco tempo, não é aquela coisa de tu ficar três dias matando bixo pra pegar uns itens raros. Ahh e não adicionem o felipe não, ele nem upa direito e só fica enxendo o saco pedindo pra ser upado =P, olha só a cronologia do jogo enquanto eu tava lá:
    -1° dia- Eu lvl 1, felipe lvl 11;
    -2° dia- Eu lvl 13, felipe lvl 15;
    -3° dia-Eu lvl 31, felipe lvl 18; =P
    Ele passa muito tempo correndo atras de itens pra quest enquanto eu arranjava uma party barbada e ficava matando os coelhinhos ^^.
    ->Bully:
    Muuuuuuuuito show esse jogo, o felipe tem vindo aqui em casa enxer o saco todo o dia pra jogar esse jogo pra ti ver o quanto ele é bom! Ou o quanto o felipe é viciado em videogame =P. A sorte dele é que o cara só me mandou 1 controle, por que senao eu ia dar uma surra nele no futebol. Jogo bem elaborado mesmo, beijar as gurias pra recuperar todo o hp e ficar vendo elas te quebrarem/se quebrarem é legal mesmo. Pegar uma bicicleta e sair a toda e bater de frente numa parede é legal também. Bah o jogo é o mesmo estilo do GTA, mas tu é um cara feioso (igual um colega meu dos tempos do colégio =P) e tem que sair por ae fazendo quests, trabalhando pra ganhar uma grana ou ajudando os menos favorecidos da escola. Nesse momento do jogo a escola ta um caos, acho que começou uma guerra entre os nerds e os valentões, tu só ve os nerds se quebrando com uns caras do dobro do tamanho. Eu e o felipe vimos um gordinho detonar um valentão, muito engraçado, tiramos até foto. Ahh e eu ja tenho uma casa de praia, um quartinho numa loja de videogame e uma casa no subúrbio latino que abre no capítulo 3.
    Eita deu grande esse comentário!

  5. Nightshadew disse:

    Nossa, bem bonito o Trickester. Ele é como Rag, onde os cenários são lotados de coisas que você não pode tocar/mexer?

  6. Lipedal disse:

    Isso, Night. Maior parte é enfeite mesmo. Mas de qualquer modo o sistema de drilling dá uma certa interação com o cenário que não há em Ragnarök.

  7. Fabio Bracht disse:

    E agora? Escrevo ainda o meu post sobre Trickster, ou declaro suficientes as informações aqui publicadas?

    Na verdade a pergunta é “venço a preguiça ou me rendo a ela?”, mas aí ficaria feio pra mim.😛

    Bully: joguei até o fim, mas não fiz 100% (como, aliás, não faço 100% em nenhum jogo desde os tempos de Donkey Kong Country no SNES), e achei um jogaço. Se os jogos não custassem mais de 200 dinheiros aqui no Brasil eu talvez até teria considerado a compra de um original para mim. Mas depois que eu considerei terminado nunca mais joguei um segundo do negócio. E nem pretendo voltar a jogar. O que não é um bom sinal.

  8. Lipedal disse:

    É, todo mundo que zerou o jogo disse isso. Eu ainda tô na euforia do começo, descobrindo coisas novas, mas creio que depois de acabar não tem mais muito motivo pra jogar de novo. O fator replay tá durante o desenrolar da história mesmo, não depois dela.

    Além de que são umas boas 37682374 horas de jogo, não acho que eu jogaria uma coisa comprida dessas pela segunda vez.

  9. […] cheia de fadinhas coloridas e gênios mágicos largando purpurina pelo céu. SoT é bonito, não fresco. Apesar de que sempre tem um fã doente de Warrior Within, vocalista de alguma banda obscura de […]

  10. caique disse:

    filha da puuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuutaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1@@@@@@@@@@@@@@@@@@@3@@@@@@@3###########4$$$$$$$$$$$

  11. ola jente eu já terminei bully e já sei passar todas as missoes e também seí todos os codigos eu vou colocar para vocês verem
    TODAS AS DICAS SERAM FEITAS COM O SEGUMDO CONTROLE
    MAS VOCÊ TEM QUE SEGURA O L1 MAS A PRIMEIRA DICA NÃO PRECISA
    TODAS AS ROUPAS: L1,L1,R1,R1,L1,L1,L1,R1

  12. Raique disse:

    o bully é muito loko, passei todas as missões. Este é o problema, quero fazer 100% e não saio dos 90,46%, tendo conseguido todas as missões e 4 secrets unlockeds.
    O que eu faço? Tentei várias coisas.
    dicas: pule dois carros seguidos com uma bike, apertando e segurando o botão círculo.
    com este secret voçê ganha um shorte. Mate o pirata: ele estará numa ilha, suba num
    barco naufrágado e olhe para a esquerda. A recompensa é uma roupa completa de pirata. Complete seu yearboock: Você irá ganhalo na segunda aula de fotográfia,tire fotos de todos os estudantes. Ganhará $300 e uma roupa de ninja preta.

  13. Gui Stadler disse:

    Pois é, tem várias coisas desse tipo que dá pra fazer em Bully. Uma delas é coletar todas aquelas paradinhas azuis lá, rubberband. Tu ganha uma bola pra usar como arma daí

    entra no http://www.gamefaqs.com e vê lá nos unlockables ou sei lá como chamam, que foi assim que eu consegui 100%

  14. max disse:

    [b][i]axei uma “Bosta” eu qeria saber o q fasso pra sair da escola?[/i][/b]

  15. max disse:

    seus filha da puta do caraio cú-…########¨¨¨¨¨¨¨&&&&&&&&&****************+_6$&#5432*&$()*$¨*@#-são etc…

  16. Andressa disse:

    eu tambem quero sair da escola

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