E depois?

Inaugurando a seção Chat, um bate-papo sobre o futuro dos jogos após os gráficos foto-realistas e as explosões com as quais seu pai nem sonhava na época de River Raid. Tinha muita coisa a discutir, então perdão se nos estendemos. Na próxima a gente vai tentar maneirar😉

Gui. diz:

Tipo, já começou e tal.

Lipedal diz:

Uh.

Gui. diz:

E aí, qual teu pitaco?

Lipedal diz:

Bom, eu tenho três apostas principais.

Lipedal diz:

Minha aposta mais feliz é uma atenção especial a elementos como a história do jogo e tal. Já que os gráficos tão lindeza, os produtores contratariam menos gente pra tentar fazer um jogo mais bonito que o concorrente, e mais roteiristas pra tentar fazer um enredo mais memorável que o concorrente.

Gui. diz:

Pois é, eu tinha pensado nisso também, só que daí eu lembrei que existe MGS :V

Gui. diz:

Impossível imaginar um enredo melhor que o de MGS, ou de Final Fantasy X. Até mesmo Zelda TP tem um enredo desgraçado de bom.

Gui. diz:

(e > os outros dois =D)

Lipedal diz:

Hahhaha, tá certo. Mas forçar enredos bons não quer dizer que tenham que ser melhores que os atuais.

Lipedal diz:

Nada impede o próximo FPS-hype-da-geração-atual de ter uma história mais elaborada. Não que precise ser melhor que MGS e FF.

Lipedal diz:

O que eu quero dizer é que nessa previsão aí sairiam menos jogos “atire em tudo que puder e depois leia a Wikipedia pra entender mais ou menos o roteiro”.

Gui. diz:

Ah, mas acho que hoje muito jogo já tem enredo bom sem precisar.

Gui. diz:

Vide Halo. Nem sei se você conhece o enredo de Halo e tal X=

Lipedal diz:

Não conheço =X

Gui. diz:

Porra Lipe, cê NUNCA fechou Max Payne e nem conhece o enredo de Halo? Fogueira!

Gui. diz:

Mas então. Nem vou te contar e tal. =)

Lipedal diz:

Lá li numa EGM.

Mas foi suficientemente comum pra eu não lembrar agora.

Lipedal diz:

Envolvia aliens.

Gui. diz:

E tiros. Ah, cê sabe o suficiente.

Lipedal diz:

Pois é.

Gui. diz:

Agora que você explicou o que quis dizer, deu pra sacar…quer dizer que você acha que não vai mais existir God Hand’s da vida?

Lipedal diz:

Hahahhaha, não que não vai existir. God Hand é um negócio meio retrô, não há história porque não quiseram colocar. Não é aquele negócio “puta merda, que gráficos ótimos que a gente fez! Hmm… Josefa, traz um café e um roteiro aí. Valeu.”

Gui. diz:

É uma possibilidade…mas eu acho que vai ser diferente D=!

Gui. diz:

Realmente acho que não tem muito mais o que se fazer nesse sentido… se começarem a sair só games estilo Xenosaga, eu paro de jogar e viro cinéfilo. Nem vai fazer diferença mesmo.

Lipedal diz:

Pior que é, tava pensando nisso agora enquanto falava😦

Lipedal diz:

Afinal, o diferencial do jogo é poder jogar.

Lipedal diz:

História fica pro cinema. Jogo teria mais é que se preocupar com a jogabilidade.

Gui. diz:

Ah, e convenhamos, todo gamer merece uma folga de enredo minucioso sempre que der…o que seria de nós sem Spartan Total Warrior?😛

Lipedal diz:

Exato…

Lipedal diz:

Então, manda teu palpite.

Gui. diz:

Se você pensar de modo grosso e sem muito detalhe, a única coisa que os consoles fazem desde o Atari e o Game & Watch é evoluir graficamente.

Lipedal diz:

Kjashkdjasd, bem grosso!

Gui. diz:

Tá certo que teve inovações tipo D-Pad e talz…mas não foi nada muito mais que isso.

Lipedal diz:

Pô, enredo também evoluiu😦

Gui. diz:

Mas não de maneira expressiva.

Gui. diz:

Não tão expressiva quanto aos gráficos.

Gui. diz:

Vide Full Throttle e, sei lá, Oblivion.

Gui. diz:

Épocas diferentes, gráficos diferentes. Épocas diferentes, histórias igualmente fodas.

Lipedal diz:

Ah, entendi.

Gui. diz:

Pois é, eu acho que de modo que os gráficos já evoluíram ao máximo, enredo também já o fez…portanto acho que o próximo foco é jogabilidade…

Lipedal diz:

Ah é, esse é o chute da Nintendo.

Gui. diz:

O que já tá acontecendo, vide sensor <s>do Kirby Tilt’n’Tumble</s> do PS3 e do Wii.

Lipedal diz:

Hahahhahahahah!

Gui. diz:

Mas é sério!

Lipedal diz:

Realidade virtual, realidade virtual \o/

Lipedal diz:

Meu professor de Algoritmo e Programação, quando eu disse isso: “pfffff, realidade virtual é sonho de criança. Esquece isso, rapaz.”

Falaram a mesma coisa lá nos primórdios do mundo pra sei lá quem: “pffff, computador doméstico? Pra que alguém normal ia querer computador em casa?”

Gui. diz:

Isso mesmo que eu ia citar…há tempos atrás quem diria que o homem ia pôr as patas na lua? Não duvido de mais nada, bróder.

Gui. diz:

Não duvido que na próxima gen veremos isso mesmo, realidade virtual

Gui. diz:

Seria legal demais te dar uns pipocos online, hein.

Lipedal diz:

Na próxima sei lá.

Lipedal diz:

Mas talvez em alguns anos.

Gui. diz:

Ah, acho que na próxima, pra ser bem sincero, todos os 3 serão iguais. Sensor de movimento nos joysticks, gráficos fodas demais e jogatina online desenfreada.

Gui. diz:

Igualzinho Mega Drive x SNES, os jogos vão fazer o vencedor =o

Lipedal diz:

Mas sei lá, não acho que os próximos consoles todos invistam em jogabilidade diferenciada.

Lipedal diz:

Acho que ainda tem uns pontos a aprimorar depois dos gráficos.

Lipedal diz:

Tipo um jogão. Cita um jogão atual. FPS.

Lipedal diz:

Gears of War, por exemplo.

Gui. diz:

GoW é TPS e tal acho.

Lipedal diz:

Uh, é. Serve.

Gui. diz:

Newbie.

Lipedal diz:

Bom, GoW tem todo aquele esquema de cobertura, cenário destrutível e o caralho.

Lipedal diz:

Mas o cenário só é destrutível porque os programadores querem, e onde os programadores querem.

Lipedal diz:

Você não pode explodir tudo, você pode explodir o cenário limitado que foi programado assim.

Lipedal diz:

Olha esse vídeo depois volta pro MSN pra entender melhor o que eu tô querendo dizer: http://www.youtube.com/watch?v=7iCdN2FGOaQ&eurl=http%3A%2F%2Fzgamer%2Ewordpress%2Ecom%2F

Gui. diz:

Cê já jogou GoW?

Lipedal diz:

Não, tô só chutando baseado no que li. O que eu quis dizer é que ainda tem muito aprimoramento físico a fazer. Essa geração pode ter gráficos ótimos, mas ainda tem muita limitação física. Talvez isso seja melhorado até o fim dela, mas sei lá.

Lipedal diz:

Tipo essa madeira do vídeo. Isso é no mínimo FODA. Onde o cara cai, quebra a madeira. Como o homem aí falou: “isso simula o jeito que os materiais se comportam no mundo real”.

Gui. diz:

Ah, uma física mais realista você diz? Como a que tão prometendo pra Crysis? Eu acho que vai ser foda. Se bem que a física atual dos games tá ótima, cê vai ver quando jogar Oblivion.

Lipedal diz:

=x

Lipedal diz:

Sei lá, o que eu quero é poder pegar um FPS onde você atira num fogão e ele fica amassado naquele ponto em especial pro resto do jogo, você atira numa placa de metal mais resistente que o fogão, a bala ricocheteia e ferra tua perna.

Lipedal diz:

Nada de física

se (bala_pos==fogao_pos)

explode(fogao)

Gui. diz:

Seria mágico

Lipedal diz:

Mas enfim, esse é meu segundo chute para o futuro dos jogos.

Gui. diz:

Cacete, imagina o nível de um game onde você corre o risco de ser atingido pela própria bala!

Gui. diz:

Ia requerer uma estratégia monstra.

Lipedal diz:

Pois é. Não sei se isso já não existe. Acho que em Battlefield 2 a bala ricocheteia.

Lipedal diz:

Mas ricocheteia porque foi programado assim. Os programadores olharam, pensaram “algum pato vai atirar nas placas de metal”, e fizeram com que uma colisão bala+placa de metal resultasse em -10 pontos de vida.

Gui. diz:

Então, de novo, só ricocheteia os lugares que eles querem que richoteiem.

Lipedal diz:

Ao menos eu acho que é assim, meio manual. Veja aquele vídeo da DMM aí em cima e entenda o que eu quero dizer com física automática.

Gui. diz:

Eu vi, porra, sensacional!

Gui. diz:

Os caras até programaram madeira mais sólida e tal.

Gui. diz:

Mas enfim…qual seria seu terceiro pitaco?

Lipedal diz:

Meu terceiro pitaco, não considerando isso da jogabilidade (realidade virtual :~~) melhorar, é a busca por novas idéias nos jogos.

Lipedal diz:

Ninguém mais quer ver FPS da segunda guerra, por exemplo.

Gui. diz:

Tipo os games que cê quer fazer?

Lipedal diz:

Não, ainda não.

Lipedal diz:

Só idéias novas, tipo flOw, Katamari Damacy.

Lipedal diz:

Jogos que reinventam o conceito de jogo baseados no que ele precisa acima de tudo: divertir.

Gui. diz:

Super Mario, rá!

Lipedal diz:

Até Pokémon foi assim.

Gui. diz:

Vide Pokémon Snap *-*

Lipedal diz:

*-*

Gui. diz:

Se bem que o próprio Pokémon Blue foi totalmente inovador.

Lipedal diz:

Exatamente.

Lipedal diz:

“Ei, que tal se a gente fizesse um RPG onde você tem pontuação, mas a pontuação são bichinhos e eles brigam por você?”

Lipedal diz:

No fundo é o conceito mais básico dos jogos: score. Só que com monstros no lugar de pontos. Ou você nunca chegou e falou pra um amigo “eu tenho 93 pokémons, incluindo o Mewtwo e o Bulbasaur, que você não tem :)”?

Gui. diz:

Nunca tinha pensado nisso

Gui. diz:

Estragou a magia, cretino! >=(

Lipedal diz:

KAJSDHKJASDHKASDHKASDJ

Lipedal diz:

Katamari é outro. Você precisa acumular coisas, acumular coisas, acumular coisas e fazer uma bolona :L

Lipedal diz:

Um conceito extremamente simples, mas ao mesmo tempo revolucionário.

Gui. diz:

Saquei.

Gui. diz:

Porra, isso me lembra quando a Sony prometeu games em 4D, bizarroo_O

Lipedal diz:

Hahahhahah, sério?

Lipedal diz:

Como isso?

Gui. diz:

Sei lá :V

Lipedal diz:

Doentes.

Gui. diz:

Li numa revista aí, EGM acho. Mas nem lembro direito😦

Lipedal diz:

Nossa.

Lipedal diz:

Deu dor de cabeça de tentar pensar, esquece vai.

Gui. diz:

Pousé… mas eu sinceramente não consigo pensar em nada inovador, se bem que quando a gente menos espera, vem aquele game tipo Okami, que revolucionou um monte o mercado

Lipedal diz:

Pois é. Pensar em algo inovador não é algo que você planeja.

Lipedal diz:

“Aí, vou dar uma cagada e vou pensando em algo inovador enquanto isso”.

Gui. diz:

Daí o game fica uma bosta, pescou!?

Gui. diz:

Foi ruim, admito =(

Lipedal diz:

Kjashdkjashdk

Lipedal diz:

Bom, da minha parte basicamente é isso:

Lipedal diz:

1- Reforçar enredo e o “porquê” do jogo, ao invés do “como” do jogo.

2- Continuar aprimorando conceitos técnicos. Depois dos gráficos, a física.

3- Perceber que não há muito mais o que fazer e começar a recriar os jogos, ao invés de reciclá-los.

4- Evoluir a jogabilidade, porque não é só tu que queria ver realidade virtual :B

Gui. diz:

Então, da nossa parte (y)

Lipedal diz:

Mas então, cabou o chat?

Gui. diz:

acho que sim, agora a gente faz uma conclusão do tipo “Mas Lipe, é isso. Tenho que ir fazer uma redação agora…maldito cursinho.”

Gui. diz:

“Beleza Gui. Aquele abraço!”

Gui. diz:

E você inventa uma piadinha qualquer.

24 respostas para E depois?

  1. M. Bajerski disse:

    Po chat longo pra carai e eu não sei oque vai ser da próxima geração dos jogos mesmo. Torço por realidade virtual, mas se o Cândia disse que não vai ter é por que não vai ter!

  2. Lipedal disse:

    Esses chats vão ter que ficar bem raros, quase apanhei pra porra do código-fonte jogando o conteúdo do .rtf pra dentro do texto.

    E amanhã uma resenha ou algo assim, antes que encha o saco esse monte de posts sobre o futuro, sobre previsões erradas e etc.

  3. Guelerme disse:

    Nem li.

    Fake. Eu também queria um jogo que tivesse esses tipos de reações “realistas”. Na real, se eu tivesse um RPG que tudo fosse “fuçavel”, e que não fosse normal andar com uma Excalibur na mão, de modo que tu te ferraria lindaço, eu já agradeceria.

    E o mais legal no Pokemón era esculachar o time dos outros.

    “Porra, PIDGEOT? Vai pegar um bicho que preste, ora. Tipo esse meu Tyranitar lvl 100 e tal. Sandstorm, Earthquake, Rock Throw… :-D”

  4. Fabio Bracht disse:

    Taí, quero participar do próximo chat. Isso é uma ordem.😛

    Guelerme, daqui a poucas semanas eu terei o meu Pokémon Pearl (escolhi esse só pra ensinar a pronúncia certa de PÂRRLLL pro piás) e aí eu vou poder esculachar o teu time. Combinado?

  5. Fabio Bracht disse:

    Pena que o meu Raichu com Surf/Rain Dance/Thunder/Thunder Wave (não certo acerca deste último) ficou esquecido pelo tempo no meu ainda guardado Pokémon Silver… junto com um belo Sandslash, um Heracross (ambos nível 90~99) e mais algumas coisas que não lembro.

    Good times.

  6. Lord Zero disse:

    Eu sonhei com realidade virtual esses dias. Foi cremoso :~~~~
    Mas eu vejo que cada vez mais a jogabilidade que importa… Os jogos que vendem mais são os inovadores (tá, os desmiolados também, mas isso tá mudando!) e mais… digamos… “conceituais”.

    Guelerme… Existe um RPG onde quase tudo é “fuçável” e que se você sair empunhando sua LongSword o pessoal olha meio torto pra você. É o Oblivion (Elder Scrolls IV). Esse jogo é bão mesmo😀

  7. Lord Zero disse:

    Ah, só complementando, eu lembro que quando eu tinha uns 10 anos eu joguei Descent 2 com aqueles capacetes gigantes ridículos de “realidade virtual”… Foi demais hahaha pena que eu sempre esquecia de virar no teclado e ficava virando a cabeça xD

  8. Nightshadew disse:

    Pokemon era escroto, sempre diziam “AFF IMPOSSÍVEL USOU RARE CANDY!!!”

    Tem uma outra previsão: Aumento na amplitude dos jogos. Tipo um RPG onde você pode fazer simplesmente tudo, desde ganhar dinheiro fazendo fraudes bancárias até se unir ao Demo só para trai-lo e se foder no final, e suas ações afetariam o mundo de forma profunda. Fable 2 tá nesse caminho.

  9. feroz disse:

    Quando eu jogava Mario e Adventure Island, para nes, eu sempre sonhava num jogo onde eu poderia ir aonde eu quisesse, fazer o que quisesse e principalmente, que eu não perdesse vida tocando nos inimigos. Aí veio GTA ^__^

    Paciência, meus queridos

  10. Lipedal disse:

    “Taí, quero participar do próximo chat. Isso é uma ordem. :P”

    Sua ordem é um desejo. lipedal@hotmail.com e penteadow@gmail.com. Animamos festas infantis.

    Acho que ainda tenho meu Pokémon Gold salvo a dois quadrados do Ash, depois de Johto e Kanto, mas nunca consegui acabar com o infeliz.

    Zero, há 11 anos anos eu joguei Duke Nukem 3D com um capacete de “realidade virtual” em uma gaiola de “realidade virtual”. Pra andar, atirar e recarregar tinha um negocinho que ficava na mão, mas olhar pros lados e tal era se mexendo dentro da gaiola mesmo. Foi muito bom, até eu encontrar o primeiro porco😦

    Eu tinha 7 anos e tal, dá um desconto.

    Night, esse é um sonho meu também, mas pra mim essa possibilidade só vai ser totalmente funcional com o aprimoramento da física e inteligência artificial. Quer explodir o maior prédio da cidade? À vontade, é só ter dinamite suficiente, que a física da pólvora faz seu trabalho. Apesar de que Fable 2 tá bem por aí mesmo, quanto à questão de possibilidade morais e tal.

  11. Lord Zero disse:

    Pedal, acho que num estamos muito longe disso mesmo.
    É só enfiar um monte de fórmulas de física e de resistência de materiais dentro da lógica do jogo e fazer uma programação absolutamente fudida. Daí você pode vender a engine por preços absurdos.
    Mas imagina como seria jogar um jogo desses? Acho que seria algo no estilo The Sims, pois dentro dessa lógica você poderia usar um item de diversas formas diferentes.

    Outra idéia completamente maluca minha… Pra gerar compostos, poderia ter uma engine de química dentro do jogo (nunca vi isso em um jogo), de forma que o ítem “Pólvora”, por exemplo, tivesse a fórmula molecular “por dentro do jogo”, de forma que se você botasse fogo ou reagisse com outro composto, ela ativaria um tipo de reação físico-química.

    Ai, meu pau do ceu, que viagem! =O

  12. Haha a ideia ficou boa mas conseguir chegar até o fim é meio dose porque demanda muito tempo, mas aqui vai minha sugestão: gravem um podcast!
    Grande abraço!

  13. Lipedal disse:

    Lucas, pior que “bater o papo” é até rápido. Depois a gente dá aquela editada básica, corta os “já venho, vou mijar” e pronto. Eu sofri mesmo foi pra dar Ctrl+C, Ctrl+V na hora de colocar o texto no blog, detonou o código-fonte padrão dos posts do WordPress o.O

    Podcasts são realmente algo que eu queria fazer, mas eu sou tímido DEMAIS pra essas coisas, além de que minha voz é bem monga. Quando dou o celular pra alguém, peço pra mandar mensagem porque gaguejo se me ligam😛

    Zero, o meu conceito de física perfeita é por aí mesmo. Você citou a química, e foi assim que começou um de meus devaneios mais longos esses dias. Comecei a pensar nos instrumentos musicais de Zelda. Quando você os toca, uma (ou um monte) midi lá é ativada pra fazer o som. Legal seria se o contato da boca do personagem com a flauta produzisse automaticamente o som. Eu sei, viagem. Muita viagem. Mesma coisa com química, fogo no papel não eliminaria o papel, ele ia sofrer uma reação de combustão e tudo. Só acho que tudo isso é meio impossível e desnecessário para os jogos, sei lá. Mas aí entra o elemento “ir pra lua? aksjdhkajsd”.

    Vou parar por aqui, porque se eu falar o que eu pensei quando vi que Fable 2 teria sexo e gravidez, vocês nunca mais me levam a sério😦

  14. Guelerme disse:

    Os caras tentam, mas sempre vai faltar algo…E esqueci do Oblivion, , mas ainda falta algo…Embora seja bem foda e tal.

    Fabio, Pearl é DS? Eu quero…😦 Mas não tenho nem DS nem existe emulador. Então vou fazer um time no Netbattle😀

    E perdi meu Gameboy Color com Pokemón Crystal. Starmie lvl 100, Misdreavus por aí, Miltank lvl 90 com Attract…

    PS: É impressão minha, ou o jogo que nós queremos provavelmente seria um só? Ação livre, interação livre, online…

  15. Lord Zero disse:

    Ah Pedal, sei lá, isso tudo seria muito foda… Pensa… Você coloca no papel, ele sofre combustão, mas não inteiro! Você apaga antes… Daí quando você vai ler, você só consegue ler metade, pois o resto está todo queimado!
    Eu acho que se todos os nossos devaneios fossem colocados em uma engine, os programadores praticamente brincariam de ser deus… O que complicaria muito a vida deles! Imagina quanto tempo iria demorar pra ser feito um jogo?

    E entra no MSN, seu puto.

  16. Lipedal disse:

    Zero, no fim o jogo ficaria muito mais simples de se fazer. Você só precisa colocar os objetos, setar de que material eles são feitos e tal. O que ia levar um tempo monstruoso seria a engine. Bem monstruoso.

    E acho que o que o Guelerme falou tá certo. O que define um jogo são as limitações. Se temos um jogo Matrix-like, err… bem… ele é UM jogo, onde você pode fazer tudo. Nada de RPG, plataforma ou o que for. Meio… estranho o.O

  17. Lord Zero disse:

    Sobre a inovação nos games… Olhe isso aqui:

  18. Nightshadew disse:

    Então. No dia que esses jogos altamente foderosos aparecerem, seria um contexto diferente. Provavelmente existiriam só uns 20 jogos assim no mundo, cada um sendo a mesma coisa em cenários diferentes. Pois se não inventarem algum tipo de IA escrava Matrix-like, imagina a multidão que estaria envolvida na produção de um jogo assim. Não seria mais nem considerado jogo, seria um mundo por si só.

    “Nada de RPG, plataforma ou o que for”

    Pelo contrário. Todos os jogos englobariam todos os estilos, você só precisa escolher que parte do jogo você quer jogar…1400, serei um pirata, um espião alá MGS, um nobre, um sassarreno das guerras santas lutando em batalhas, ou o que quiser.

    E eu viajo…

  19. Lipedal disse:

    Night, isso aí que eu quis dizer. Acho que me expressei mal. Seria “nada de distinção entre RPG, plataforma ou o que for”. Você ia ter o jogo que quisesse. Acho que as limitações seriam a época e o lugar, basicamente.

    Isso se algum jogador superdotado não quisesse inventar a lâmpada in-game :B

    Eu também viajo. O Zero também.

  20. Eu acho que essa idéia de melhorar os FPS é genial. Se você da um tiro em uma placa e ela volta na sua perna vai ser genial. Só que há um porém, se isso não for trazido por um sistema físico em que sempre que você atirar numa placa a bala voltar em um lugar diferente (não necessariamente na sua perna) vai ser horrível. Igual eles fizeram em battlefield 2, o cara num vai dar tiro na placa porque ele sabe que a bala vai voltar nele. Aí os caras vão “decorar” onde num pode atirar e o jogo volta ao 0. Tem que ser sempre surpreendente. Eu aposto nisso, pois você jogando um FPS, muitas vezes você não é cauteloso e sai atirando e pensando “há se o carinha morrer ele revive mesmo”. Talvez aí podemos ter esperanças que no futuro as pessoas vão cordenar seus personagens com muita cautela como se você a vida deles que estivessem ali.

  21. ps: adicionei vocês no msn. É meio esquisito: r7dfx9@hotmail.com flw

  22. Lord Zero disse:

    Eu acho que essa história da placa, aliada à uma engine física pode ser usada de modo estratégico… Por exemplo: você vê um carinha lá longe, mas ele não te vê. Do lado dele tem um carro. Atire no carro de modo que a bala possa atingi-lo (mesmo que seja difícil).
    Outra coisa sobre FPSs… Eu acho muito surreal o pessoal levando 500 tiros e não morrendo… Na vida real se você leva 1 tiro só você já morre! Você normalmente tem que ser mais stealth e menos Rambo…

  23. M. Bajerski disse:

    Haja perícia para atirar no carro e acertar o adversário! Não seria mais fácil atirar no alvo normal? O.o

    O esquema de levar 500 tiros é meio sem noção mesmo. Mas imagine você levar um tiro no pé e morrer? Tem que ser o esquema do CS, aperfeiçoado é claro, dependendo de onde levar o tiro você morre. Sobre o tiro no pé, depois que levar ele o carinha começa a andar mancando e mais devagar.

    Existem muitas coisas para se fazer para tornar os jogos mais reais e eu acho que é isso que os programadores estão tentando fazer. Só que não é uma coisa que se muda de um dia pra outro né.😛

  24. Shogo disse:

    pes tem o melhor enredo do mundo
    rsrsrs

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: