Alien Jam

Inaugurando a seção Rapidinhas, ou “Caralho-São-Duas-Horas-E-Eu-Ainda-Não-Jantei”, alguns comentários aqui:

Def Jam: Fight for NY é altamente, completamente, estupidamente viciante. Sem contar que dá pra namorar a Carmen Electra. Já joguei uns 40% do jogo ontem e hoje, o suficiente pra não escrever um Primeiro Contato, mas acho que ainda não dá pra fazer uma resenha. Aproveitando a deixa, pergunta pros entendidos no assunto: pra fazer uma análise oficial, de EGM e coisa nesse nível, vocês precisam jogar o jogo inteiro? Assim, “quase lá”, “completo” ou “zeradinho mesmo, sem deixar uma casca de easter egg pra trás”?

– Sim Fabio, eu estou olhando pra você.

– Eu ia escrever um post com os pontos nos quais concordava/discordava do Guia do Gui, mas no fim acabaram escrevendo tudo nos comentários. Quem não viu, vai lá olhar.

ALIEN HOMINID É DEMAIS! Meu Deus, eu preciso fazer um post de culto a esse jogo. Só joguei 1 minuto dele até agora, o tempo que agüentei com 5 (ou eram 3?) continues de 5 vidas cada, mas ser bonzão nesse jogo deve dar uma sensação ótima. A jogabilidade é rápida, os power-ups são super variados e vêm às picas, o trabalho de arte é bonito e engraçado, sem contar que dá pra jogar multiplayer cooperativo, como eu não fazia desde Streets of Rage!

Bom, então decidam se querem uma resenha não completamente confiável de Def Jam, um Primeiro Contato de Alien Hominid ou alguma outra coisa.

16 respostas para Alien Jam

  1. Hum, Def Jam realmente é muito bacana, o mais legal é a luta ao redor do fogo na ultima fase, hehe totalmente insano.

    Sobre analisar o jogo, bem, quando você analisa um jogo você só pode dizer coisas que viu e sentiu jogando. Ou seja, não da pra dizer que o jogo tem um replay fraco se você ainda não jogou, você pode comentar que pelos fatores X e Y o replay do jogo melhora/piora.

    Mas não é preciso detonar nenhum game para analisa-lo, eu sugiro sempre 4 horas de gameplay para os mais basicos, e quando é um RPG mais casca grossa ai varia mais, mas não existe uma regra, depende do seu “feeling” com o jogo…

    Grande abraço!

  2. Vinicius disse:

    Falei que Def Jam era bom.

  3. Duriel/Quoteriel disse:

    Eu vou querer Def Jam pro nosso “CICLO DA VIDA”, k?
    E nem eram 2 da manhã, hein.

  4. Killua disse:

    Def Jam, um dos melhores jogos de luta pro Ps2

  5. Lipedal disse:

    Boa Lucas, realmente é difícil avaliar o replay em uma jogada só, na maioria dos casos. 4 horas dá pra avaliar quase todo o resto, acho.

    A não ser games como Final Fantasy XII. Não joguei, mas acho que dá pra fazer um bom review do tutorial em 4 horas :B

  6. Pois é Lipedal, é aquilo que eu disse né, depende muito do jogo. mas é claro que eu citei numeros de horas pq como eu trabalho em TV, tudo é tempo, então acabo tendo esses numeros e tudo mais. Mas ao joga o game da pra saber mais ou menos quando ja dá ou não pra fazer um review/análise.

    Vale lembrar que quanto mais se joga, mais detalhada a análise fica…

    abraço!

  7. Guelerme disse:

    Alien Hominid me lembra o saudoso Contra de Mega Drive. Tiro pra tudo quanto é lado, e só garante a sobrevivência se tiver alguém jogando junto😄

    Mas eu não me lembro se tem pra PS2, e tô sem saco de procurar :-\

    Acho que já falaram o que tinha que falar dos reviews. Virar o jogo uma vez é o suficiente, em alguns casos, até pra falar de replay bem dá, já que é ver se as opções novas pós-virada valem a pena/ver se tu fica pilhado pra jogar mais umas vezes mesmo tendo virado.

  8. Lipedal disse:

    No Controle também é cultura: Alien Hominid foi lançado pra GC e pra PS2, e mais tarde pra XBox e GBA. Tem também o Flash original pra PC, mas não me ofereceu um centésimo da empolgação da versão pra console.

    Realmente, eu fiz a comparação errada. Alien Hominid tá muito mais pra Contra do que pra Streets of Rage: chuva de balas tapando a tela, power-ups caindo aos montes, tiros do tamanho de prédios, por aí vai.

  9. zani disse:

    Alien Hominid!
    Jogo da newgrounds!\o/

  10. Fabio Bracht disse:

    “Sim Fabio, eu estou olhando pra você.”

    Ei, pára de me olhar que eu tô de pijama! A gente não pode mais nem anda à vontade pela casa… ¬¬

    Enfim. Quando eu trampava lá na Futuro, a gente usualmente tinha a quantidade de dias ideal pra jogar e escrever o review… menos dois. Mas não é só lá que é assim, é no Brasil todo. Lá na gringa os caras recebem com a maior facilidade TODOS os jogos das produtoras, um bom tempo antes deles serem lançados, porque é de interesse das produtoras que os jogos tenham reviews bem embasados e coincidindo com a data de lançamento do jogo. Como o Brasil praticamente não existe no mapa dessas produtoras, pra uma editora daqui conseguir uma mamata dessas ela tem que se virar — e muito — em contatos com essas produtoras. A grosso modo, tem que praticamente implorar. E mesmo quando consegue, são só para os poucos jogos de uma ou duas produtoras X e Y, o que não o suficiente. Ou seja, na maior parte das vezes as editoras têm que SE VIRAR pra conseguir os jogos quase do mesmo modo que os gamers fazem, só com uma verba e uns bons contatos na manga.

    Mas o tempo de jogo pra um review, como foi dito, varia muito de jogo pra jogo. Eu, por exemplo, quando analisei o jogo Magnetica, do Nintendo DS, pra Nintendo World e EGM Brasil, há alguns meses atrás, não cheguei a jogar nem uma hora do jogo. Não precisou. O jogo era aquilo e nada mais. Mas nem por isso era ruim. Já um jogo como Animal Crossing, que não tem fim, precisa de muito mais horas, porque tu tem que experimentar o máximo possível de mecânicas e aspectos do jogo.

    Um último exemplo: Rogue Galaxy. Depois de uma semana sem fazer mais nada da vida (nem bem dormir), hoje eu terminei o detonado que eu fiz dele para a Dicas & Truques para PlayStation, da Editora Europa (onde eu estou freelando exclusivamente agora). E com o detonado foi um review, que eu fiquei feliz de escrever com todo o embasamento do mundo, afinal, já tinha terminado o jogo e jogado mais de 50 horas. Acontece que nesse jogo, lá pelo meio da aventura (ou seja, depois de umas 15 ou 20 horas de jogo), você ganha uma fábrica inteira de um NPC generoso e pode usá-la para fabricar itens raros que são usados para fazer armas lendárias e coisas assim. E você tem que montar a linha de montagem passo a passo, colocando as esteiras, as unidades de processamente (que são diferentes para cada tipo de material usado), tem que ligar tudo nas tomadas e ainda ter certeza de que um “ingrediente” não vai chegar antes do outro ao último passo, encurtando ou alongando o processo para evitar que isso ocorra. Ou seja, um baita minigame, algo que pode aumentar insanamente o fator replay se a pessoa for fã de puzzles… e boa parte das pessoas que analisaram esse jogo não deve ter visto, porque boa parte não deve ter tido tempo de jogar 15 ou 20 horas.

  11. Lipedal disse:

    Nossa, escrever review depois de detonado deve ser a melhor sensação que um gamer jornalista pode ter. E realmente, eu não tinha pensado nesses joguinhos simples. Teu review de Magnetica era curto e dizia tudo, não tem muito o que fazer a esse respeito.

    E acho que RPGs são realmente os jogos que mais merecem ser detonados antes de se fazer uma resenha. Já perdi a conta de quantos eu joguei até desanimar, só pra descobrir que depois o jogo ficava ótimo. Ou dos que eu fiquei feliz no começo, achando que tinha descoberto O jogo, e no final ficava maçante pra cacete.

    Acho que já tenho embasamento suficiente pra resenhar Def Jam, mas tô com 81% do jogo, mais um pouco e acabo ele. Valeu pelas dicas, Fabio, Lucas, Guelerme. Aos poucos vocês ajudam dois noobs (Gui pwnt) a manter um blog de games bonzinho.

  12. Marvbr ( FHBD ) disse:

    Lipedal: o alien hommind foi originalmente um jogo em flash e tal , e a equipe que fez o alien homind depois abrirem uma produtora resolveram fazer esse jogo com mais fases e armas e tal para os consoles…

  13. Lipedal disse:

    Isso, marv. Eu comentei aí em cima: “Tem também o Flash original pra PC, mas não me ofereceu um centésimo da empolgação da versão pra console.”

    Antes de pegar a versão pra PC, eu queria ter um gostinho de como era o jogo e joguei o flash do Newgrounds. Não gostei muito, só achei bonitinho. Já na versão pra consoles os caras resolveram caprichar MESMO, é tudo muito melhor que no flash: mais rápido, mais ágil, mais recompensador, mais bonito, mais explosivo…

  14. Diuliano157 disse:

    e ai seus frutinhas quero jogar me add vou quebrar vcs

  15. Pk disse:

    Gostaria de saber se sabem me informar, das dicas do def jam fight, para xbox, não o xbox 360,e sim o antigo desde já agradeço. E se possivel outros jogos detonados do xbox, pois é muito difícil de encontrar. Abraços

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: