Rapidinha número 1:
Como a maior parte de vocês deve saber (o tórax, rá!), o primeiro trailer de GTA IV (PS3, Xbox 360) foi divulgado ontem à noite. Caso vocês ainda não tenham visto, sua fonte de notícias atrasadas e previews pós-lançamento, o No Controle, vai linkar aqui o vídeo que a galera do Herói já tinha upado no YouTube na hora em que ele foi liberado.
Bom, eu não sei se posso deixar o vídeo aqui, se tem aqueles esquemas de permissão e tal. Mas caso haja algum problema, favor avisar que eu tiro. De qualquer modo, você pode ver o trailer no site oficial da Rockstar.
No vídeo, uma voz com um sotaque carregado fala, enquanto passam pontos turísticos de NY pela tela: “A vida é complicada. Eu matei pessoas, contrabandeei pessoas, vendi pessoas. Talvez aqui as coisas serão diferentes.” Ou algo assim.
Se esse post tivesse saído ontem, ele estaria cheio de suposições erradas sobre o protagonista ser árabe/iraniano e o diabo a quatro, e alguns temores e alegrias que eu tinha quanto ao fato do próximo jogo da Rockstar tocar na ferida dos problemas enfrentados por esse pessoal nos EUA. Mas o cara é russo, então ainda bem que eu não postei ontem.
Ou ao menos é o que os gringos em geral tão dizendo. Disseram que é sotaque russo. Apesar de que só agora me liguei que a cada F5 na página de GTA IV na Wikipedia a informação tá diferente. Hoje de tarde o nome do cara era “Sergei Ulianov” ou algo assim, agora já não cita nem o sotaque. Então ainda não há nada confirmado.
Vai saber. Quanto à cidade eu chutaria a própria Nova York, mas o pessoal tá dizendo que é Liberty City mesmo. Não vou me estender porque sei tanto do jogo quanto vocês: vi o trailer. Então façam suas suposições porque de minha parte ainda há só dúvidas.
Rapidinha número 2:
Ainda falando de vídeos, um teaser delícia de Fable 2 (Xbox 360) para vocês. Foi lançado em 2006 ainda, mas eu tinha esquecido de colocá-lo nesse outro post.
Rapidinha número 3:
Há algum tempo a Ubisoft falou de um suposto Prince of Persia 4. Quando Rival Swords (versão de The Two Thrones para Wii e PSP) foi anunciado tomou-se como certo que essa era o tão esperado quarto título da série atual. Isso até algum funcionário mal-pago deixar vazar um arquivo com imagens conceituais do que seria um Príncipe reformulado (provavelmente outro), um logo lindeza e uma mulher branca.
Parêntese aqui. Isso é um detalhe interessante desses jogos. Em The Sands of Time tínhamos Farah, a garota tipicamente indiana, e o príncipe da Pérsia, com sotaque correspondente a alguém daquelas bandas. Em Warrior Within temos um príncipe cool, sem preocupação nenhuma em parecer árabe, falando “ya bitch stfu”, e duas gostosas caucasianas ou qualquer coisa parecida.
Pode ser uma idéia tonga minha, mas eu atribuo isso à crescente rixa dos EUA com o Irã. Ou vocês nunca pensaram no porquê do Príncipe não ter nome? Tudo bem que o desenvolvimento é francês, mas será que o povão americano, pessoal que mais deve “consumir games”, jogaria numa boa um jogo onde você tem a cara do Ahmadinejad e se chama Mohammed Abdulah?
Então dessa vez temos uma virginal moça loira e um príncipe bombadão à Rocky vestido de ninja na arte conceitual do próximo jogo. A menina tem um olho na mão, de onde sai algum tipo de magia zinferno como a do logotipo. E o olho tá também nas calças do Príncipe em uma das fotos, a não ser que o sono e meus 9 graus de miopia estejam me enganando. Confiram por si próprios:
Pra mim a trilogia das areias do tempo atingiu o ápice do enredo relacionado a príncipes persas e calabouços maus, mas isso porque teve um impacto desgraçado com SoT, em 2003, e porque eu sou fã de viagem no tempo e dos paradoxos que decorrem dela. Então sinceramente não sei o que fariam nesse novo jogo, ou nova trilogia, que pudesse deixar o mundo surpreso outra vez. De qualquer forma, tô doido pra saber qual é a da faísca azul.
Rapidinha número 4:
O No Controle apareceu na SuperDicas Playstation! Vocês devem imaginar a alegria do Gui quando um coleguinha sagaz recortou as cinco linhas de seu exemplar da edição 45 em plena aula de Química e começou a gritar feito um porco para o professor que Gui não ia mais estudar, porque tava famoso. E também devem imaginar a minha alegria quando ele me contou tudo isso e minha perna ficou exatos quatro minutos sem parar de se mexer enquanto eu esperava por mais informações sobre o que falaram de nós. Aí eu comprei a revista e vi que não é bem o tipo de coisa de se mostrar pra mãe. Mas a gente mostrou pra mãe. E a mãe falou “blog?”
À(s) pessoa(s) da Futuro que lê(em) nosso humilde site, muito obrigado mesmo pela força. Quero que saibam que admiramos muito o trabalho de vocês e que também somos seus fãs
[UPDATES]:
Rapidinha número 5:
Lembram do post cheio de especulações de gosto duvidoso quanto ao futuro de Zelda? E lembram que eu tava namorando a idéia do próximo jogo se passar no futuro, com skull kids cyberpunk e Link estilosão cavalgando naves?
O post de hoje do Hadouken mostra uma provável piada de primeiro de abril do Wii.tv: um vídeo com artworks e informações sobre o que seria o novo Zelda. Tudo futurista, no melhor estilo FF VII: Advent Children, mas com desenhos priorizando o cenário. Ou seja, nada de gorons com braços cibernéticos.
Apesar da idéia ser basicamente a mesma, não é exatamente como eu tinha pensado. Tem uns artworks que parecem xerocados de Star Wars: The Force Unleashed. Vale a olhada (e, no meu caso, a sonhada).
Li também que GTA IV vai se passar mesmo em Nova York, e não em Liberty City, como eu tinha chutado aqui nesse mesmo post. Tá até dando confusão porque as autoridades novaiorquinas dizem que um jogo desses não corresponde à realidade criminal da cidade, e que eles não têm o direito de fazer isso. Claro, claro. Já Turistas é “just a movie, br ppl ^^”.
De duas uma: ou eu largo o NC, mudo meu nome pra Pai Diná e saio cobrando por previsões gamísticas, ou eu passo a escrever “de acordo com minhas fontes” no começo dos chutes pra fazer de conta que é informação confiável.
Rapidinha número 6:
O amigo Xis fez um mini-banner lindezinha pra gente. É daqueles pra você colocar no seu site pra linkar a gente. Isso se seu site suportar essas imagenzinhas no “blogroll”, nem sei se dá no wordpress. Mas com sorte seu site nem é no wordpress, aí você pode nos linkar sem remorso.

Brigadão, Xis




Escrito por Lipedal 

O God Hand é o braço direito do Jin. Literalmente, porra, não foi trocadilho!


Escrito por Gui Stadler 
Escrito por Lipedal
“Agora vamos falar da história, do começo da história. Como eu disse, você pode ser um homem ou uma mulher, a história começa no estilo clássico dos jogos de computador. Tudo gira em torno de um pássaro que voa sobre esse, oh esse incrível, fantástico cenário, através de vales, sobre montanhas, entre as ruas da cidade, até pousar no topo da torre, e então ele caga. A câmera segue o cocô caindo, ele desce até cair na cabeça da criança – esse é você. De qualquer modo, esse é o estilo do jogo. Você não é ninguém, não é nada, você vive nos esgotos, todo mundo destrata você. Seu destino é ser um grande herói…”
Toda, eu disse TODA, propriedade de Albion é comprável dessa vez. Ao menos foi o que Molyneux disse. Cada castelo, cada dungeon, cada barraco, tudo está à disposição do seu herói endinheirado. Além do fator coleção de casas, já presenciado em GTA, as propriedades compradas habilitam novas quests. Então você viu aquele castelo magnífico, todo grandão, tá cheio dos dinheiros no bolso e resolveu comprá-lo. “Ótimo”, você pensa, “agora vou deitar nessa cama king-size e dormir”, e então você vê um mapa embaixo do travesseiro e descobre que seu palácio pode não ter saído tão caro. Ou pode, dependendo do que você vai encontrar no caminho pro tesouro. Gostei particularmente dessa idéia, imagine o fator replay de se comprar TODAS as construções de Albion. Se isso for como espero, vou largar a faculdade pra ficar jogando Fable 2.
É. Um cachorro. Se eu não tivesse lido de antemão que minha primeira impressão seria de total incredulidade e de vontade de jogar Spore, estaria agora com uma total incredulidade e vontade de jogar Spore, MAS pelo jeito o cara sabe o que faz. Então estou um pouco mais feliz. Basicamente o cachorro vai ser mais uma extensão daquela história de carinho e afeto. O cachorro vai te amar, te ajudar, atacar quem oferece mais perigo e tudo que você já viu em outras inteligências artificiais por aí. Mas o cachorro vai ser seu guia também, já que dessa vez você não tem um mapa de Albion. Assim, você tem castelos e tal, mas não tem um mapa. Preferiu comprar um cachorro porque é mais divertido e menos confiável. Mas ok. Como eu disse, o cara fez o primeiro Fable, ele deve saber o que faz.










